segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Spam é bom!

Quem gosta de spam no seu email? Acho que ninguém aguenta quando vêm aquelas propostas indecentes, que vão desde o aumento de “partes” até ofertas de milhões de dólares facinhos.
Mas para o escritório croata Bruketa&Zinic, os spams são mais que apenas lixo, foram fonte de inspiração.
Em vez de ver os spams como incômodos, resolveram pensar neles como “ofertas que podem inspirar os mais escondidos desejos”. Poético, não?
Inspirados, eles criaram um livro de ilustrações baseadas nas possibilidades mais absurdas oferecidas pelos spammers. “No mundo do Spam Jam você pode estar na sua melhor forma em menos de um mês, com um corpo perfeitamente esculpido, um pênis grande e uma pilha de ouro que você vai comprar numa barganha incrível. Com certeza você vai viver até os 100 usando todos os produtos fantásticos que são oferecidos. E tudo sem sair do conforto da sua cadeira. Você só precisa ter um email”, escreveu Nebosja Cvetckovic, diretor de arte da empresa.
Isso é que é ver as coisas além do que elas realmente são. Naqueles incômodos correios eletrônicos que insistem em encher nossa caixa, o pessoal do Bruketa&Zinic preferiu ver o ideal realizado.



Fonte: ABC Design

sábado, 6 de novembro de 2010

É nosso!

Em 19 de outubro de 1998, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assinou um decreto instituindo o dia 5 de novembro como o Dia Nacional do Design. Data foi instituída em homenagem a um defensor do design no Brasil, o advogado, artista plástico, designer e planejador brasileiro Aloísio Magalhães. Dentre os marcantes trabalhos do brasileiro, estão a identidade visual da Petrobrás (alterada há alguns anos), o desenho das notas do cruzeiro novo e o símbolo do IV Centenário do Rio de Janeiro – defendendo conceitos como a “brasilidade” do design e a recuperação da memória artística e cultural brasileira sendo, sem combra de dúvida, uma das figuras mais importantes da história do design brasileiro.
Orgulhe-se você designer por esta data. Não temos nossa profissão reconhecida, muita gente ainda não faz ideia do que faz um designer, no entando amamos o que fazemos e a leva de profissionais e de adeptos ao design cresce a cada ano. Queremos ser mais valorizados, num país onde se você é um bom jogador de futebol automaticamente será um formador de opinião. Curiosamente, a principal referência do design brasileiro atual, os Irmãos Campana, não são designers – um é arquiteto, e outro advogado. Sergio Rodrigues, uma referência sempre atual para o design de mobiliário, é arquiteto. Por que isso? Será porque o design não dá dinheiro? O design só é uma palvra bonitinha? Ou para ser designer não é necessário cursar design… Embora a profissão cresça a cada ano, tem muita gente não acreditando no valor do design – Faz uma “logomarca” bonitinha pra mim, amanhã tá pronta? Inventa algo moderno! Absurdo esse valor, tem meu sobrinho que faz pela metade do preço – É isso que tem que acabar!
Finalizo com dois memoráveis cartazes. O primeiro criado há alguns anos atrás pelos colegas de faculdade Haro Schulenburg e Jonathan Prateat. O segundo, criado pela apDesign – Associação dos Profissionais em Design do Rio Grande do Sul. Os dois retratando bem o que nós designers enfrentamos a cada ano. Confiram:


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Teclado solar

Teclados sem fio são maravilhosos, mas podem muito bem deixar seus donos na mão quando as pilhas acabam. Por isso, a Logitech inventou um movido à luz solar. E se ele for tudo que promete, você pode jogar seu teclado a pilhas pela janela.
O Wireless Solar Keyboard K750 pode ser carregado tanto pela luz do Sol quanto pela luz de lâmpadas de dentro de casa, já que tem dois paineis solares na parte de cima. Dois ícones no canto superior direito mostram se ele está recebendo luz ou não. Um aplicativo para o computador também ajuda o dono a saber se o ambiente está dando a ele pouca ou muita carga.
Certo, a tecnologia pode parecer besteira para gadgets que consomem pouco como um teclado. Mas o aparelho é capaz de sobreviver até três meses no escuro, depois de receber carga completa. Isso funcionando na frequência de 2,4 GHz para se comunicar sem fios com o PC ou notebook (não funciona para Macs). Parece atraente.
Nessa história toda, o maior problema é o custo/benefício. Provavelmente você não gastaria, em pilhas recarregáveis, o suficiente para compensar o preço de 80 dólares nesse teclado. É o preço de ser ecologicamente correto.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Revoltante!!

Prestem atenção nessa barbaridade:
Uma cadela foi encontrada com o corpo queimado em Palhoça (SC). O animal, que tem cerca de 3 anos, foi levado para uma clínica veterinária na segunda-feira (1º) e permanece internado.
A veterinária Daniele Ody Spaniol contou ao G1 que chegou a cogitar sacrificar a cadela. “Ela estava com o corpo em carne viva e também com alguns focos de larvas, sentia muita dor. A boca também está bastante ferida, cheia de bolhas. Ela ainda tem úlceras na córnea causadas pelo fogo e pode ficar cega permanentemente”, disse.
Além de soro para hidratar, a cadela recebe doses de morfina para suportar a dor. “Ela foi queimada. Acredito que alguém deve ter segurado e ateado fogo ao cachorro para ter queimado tanto a parte de baixo do corpo. É uma situação chocante, revoltante. O estado dela é indescritível”, afirmou.
Não há informações sobre os responsáveis por atear fogo ao animal.
De acordo com a veterinária, o período mais crítico será o primeiro mês, quando ocorre a renovação da pele queimada. Não há previsão para o término do tratamento. Quem deseja ajudar a pagar os custos do tratamento ou fazer doações de material pode entrar em contato com a veterinária pelo telefone (48) 3033-2503 ou email: clinicapalhoca@hotmail.com. (Fonte: G1)
Como que uma pessoa é capaz de tanta crueldade? Isso dói na alma de qualquer pessoa que tenha o mínimo de sentimentos.



Sem mais palavras!!!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Quem está certo?

A eleição para Presidente da república gerou um movimento regionalista preconceituoso no Twitter. Perfis de pessoas que supostamente moram nas regiões sul e sudeste “acusavam” o povo nordestino de ter sido responsável pela escolha de Dilma para a presidência – fato que provavelmente não agradou. A resposta veio em tom parecido por parte de alguns nordestinos, que responderam na mesma “categoria”.
São diversos exemplos de frases e hashtags preconceituosas. O perfil @vovo_panico (que é um fake da humorista do programa Pânico na TV), por exemplo, twittou a seguinte frase: “Gente, o que nois do Sul/Sudeste estamos fazendo no twitter ? vamos trabalhar pra sustentar mais 4 anos de Bolsa Familia do Norte/Nordeste”. Um outro perfil (que não me parece fake e por isso não vou identificá-lo) mandou esta: “Chega de carregar nas costas um bando de ignorantes e parasitas q sempre viveram as custas do estado. DIVISÃO JÁ #nordestisto).”

terça-feira, 2 de novembro de 2010

16 dúvidas sobre Sistema Operacional

O Mac é caro. O Windows trava demais. Instalar o Linux é difícil. Confira o que é realidade e o que é lenda em relação aos três Sistemas Operacionais.



1 – O melhor Windows ainda é o XP
MITO
Em comparação com o Windows 7, o XP tem melhor compatibilidade com programas e equipamentos antigos, e é mais veloz em máquinas com menos de 2 GB de memória. Mas as vantagens terminam aí. Os testes do INFOlab mostraram que, num micro com pelo menos 2 GB de memória, não há grande diferença de desempenho entre esses dois sistemas. Numa máquina com 4 GB, o Windows 7 é, quase sempre, mais rápido. E o Windows 7 tem interface gráfica mais prática, um veloz mecanismo de busca e recursos melhores para a organização de documentos.

2 – Para usar o Linux é preciso ser programador
MITO
O fato de o código-fonte do Linux estar disponível para quem quiser editá-lo parece ser a origem desse mito. Mas pouquíssimos usuários do Linux mexem no código-fonte. Também não é obrigatório saber usar os comandos textuais do sistema, embora isso possa ser útil em algumas situações. Nas distribuições voltadas para computadores pessoais, como o Ubuntu, todas as configurações básicas podem ser feitas com cliques de mouse. No entanto, se o usuário estiver tentando fazer algum ajuste complexo ou resolver um problema mais sério, ele pode ter de editar manualmente os arquivos de configuração.

3 – Não vou poder conectar o Mac à minha rede de PC
MITO
Nada impede que você conecte máquinas com Windows, Mac e Linux na mesma rede. Desde a metade dos anos 90, a adoção dos protocolos TCP/IP eliminou a maioria das restrições de conectividade. No caso do Windows e do Mac, embora haja diferenças entre alguns protocolos, por exemplo, de descoberta de rede (UPnP e Bonjour, respectivamente), trocar arquivos entre os computadores, em geral, é algo trivial. Mas as senhas de compartilhamento do Windows 7 podem dificultar esse trabalho.

4 – O Linux é difícil de instalar
MITO
A instalação do Linux não é muito diferente da do Windows. E, se alguém quiser apenas experimentar o sistema, ainda tem a opção de usar um CD do tipo “live”, que permite rodá-lo sem fazer a instalação.

5 – O Mac é caro
VERDADE
Na média, os micros da Apple são mesmo mais caros que os concorrentes. No Brasil, a diferença é maior que em outros países e chega a ser gritante em alguns casos. Vejamos um exemplo: no fim de agosto, um notebook R590, da LG, tinha preço médio de 3 030 reais, enquanto um MacBook Pro MC371BZA custava mais que o dobro disso — 6 170 reais. Os dois portáteis têm tela de 15,4 polegadas, chip Core i5 de 2,4 GHz e 4 GB de memória. Mas o modelo da LG traz HD de 500 GB, contra 320 GB do Macbook. Além disso, tem placa gráfica GeForce GT 355M com 1 GB de memória, enquanto a do notebook da Apple é uma GeForce GT 330M com 256 MB de memória, mais fraquinha.

6 – O Windows trava demais
MITO
O Windows 98 e seus antecessores ficaram conhecidos por travar de repente e exibir uma enigmática tela azul ao usuário. A única coisa a fazer nessas situações era reiniciar o micro. No desktop, pelo menos desde o XP, o problema da instabilidade crônica pode ser considerado resolvido. No Windows 7, em geral, se um aplicativo apresenta problemas, ele é encerrado sem afetar os demais. Mac OS e Linux também são bastante estáveis, embora possam travar em algumas raras situações, como o Windows.

7 – O Mac tem menos falhas que o PC
VERDADE
A Apple tem controle total sobre o Mac — hardware e software. No caso dos PCs, esse controle está dividido entre o desenvolvedor do sistema operacional, o fabricante do hardware e os produtores de aplicativos. Isso aumenta as chances de aparecerem incompatibilidades. Por isso, o Mac é considerado mais estável que a média dos PCs. Mas tanto o Windows 7 como as versões mais recentes do Linux têm se mostrado muito robustos. Neles, as chances de um aplicativo malcomportado causar problemas são remotas. Por isso, a vantagem da Apple já não é tão nítida como era anos atrás.

8 – Configurar periféricos no Linux é um sofrimento
DEPENDE
No caso de dispositivos mais comuns, não há dificuldade. As principais distribuições do Linux trazem suporte nativo para uma longa lista de hardware. Se uma impressora, por exemplo, estiver na relação de modelos compatíveis, basta conectar o cabo USB, e, em alguns casos, acionar um utilitário de configuração. Mas a instalação se complica quando o sistema operacional não tem suporte nativo para o dispositivo. Poucos fabricantes fornecem um CD com drivers para Linux. Assim, cabe ao usuário encontrar um programa controlador adequado ou configurar o sistema para usar um driver genérico. E, sim, dispositivos muito novos ou incomuns podem não funcionar corretamente com Linux.

9 – Posso instalar Windows e Linux num Mac
VERDADE
Há duas maneiras de fazer isso. A primeira é instalar o Windows ou o Linux numa partição de disco diferente daquela onde está o Mac OS. Isso é feito por meio do programa Boot Camp, da Apple, que é fornecido junto com os computadores da empresa e também está disponível para download (www.info.abril.com.br/downloads/mac/boot-camp). Ao ligar o micro, o usuário escolhe qual sistema operacional quer carregar. O Linux não é oficialmente suportado pelo Boot Camp. Mas muitos usuários têm instalado esse sistema com sucesso no Mac. A outra opção é empregar um virtualizador como o Parallels (www.info.abril.com.br/downloads/mac/parallels-desktop), produzido pela empresa de mesmo nome, ou o gratuito VirtualBox (www.info.abril.com.br/downloads/mac/virtualbox), da Oracle. Esses programas permitem criar uma máquina virtual onde o usuário poderá instalar o Windows ou o Linux. Nesse caso, o segundo sistema vai rodar junto com o Mac OS numa janela.

10- mac e Linux são mais seguros que o Windows
VERDADE
Não há nenhuma mágica no Mac e no Linux que os torne invulneráveis. Mesmo assim, os usuários desses sistemas correm menos riscos que os de Windows. O principal motivo para isso está na base instalada dessas plataformas. O Mac tem apenas 5% do mercado mundial, e o Linux, 1% (os números, de julho, são da Net Applications, que monitora os acessos à internet feitos por cada sistema). Os PCs com Windows, que correspondem a 91% do mercado, são um alvo muito mais atraente para os malfeitores. Eles buscam atingir o maior número possível de vítimas com o mínimo de esforço. Mas é bom lembrar que há ameaças que não dependem do sistema operacional. É o caso, por exemplo, dos sites falsos que coletam senhas e informações pessoais na web.

11 – É difícil encontrar um técnico para resolver algum problema no Linux
MITO
Nas principais cidades, já há muitos profissionais capacitados em Linux. E eles podem prestar suporte a distância para usuários que vivem em localidades menores. Isso sem contar que é fácil conseguir ajuda nos fóruns especializados.

12 – Faltam aplicativos para Mac e Linux
DEPENDE
O Mac conta com programas de ótima qualidade tanto para tarefas básicas como para algumas áreas profissionais específicas, como design e edição de áudio e vídeo. Mas em áreas como gestão, engenharia e finanças eles são muito menos abundantes. Além disso, muitos dos aplicativos gerenciais para Mac não são adequados à legislação fiscal brasileira. No caso do Linux, a lista de programas é longa, com o óbvio atrativo de que quase todos são gratuitos. O usuário que realiza apenas tarefas básicas como navegar na web, escrever textos e fazer cálculos simples numa planilha estará muito bem atendido. Já em aplicações profissionais específicas, a situação não é tão simples. Macros do Excel, por exemplo, não rodam no Linux. E, apesar de muitos pinguinistas dizerem o contrário, os programas que editam som e imagem no Linux têm, em geral, menos recursos e interface mais tortuosa que os títulos comerciais para Windows correspondentes. Outra área em que Mac e Linux levam desvantagem é a de títulos de games. Deixando de lado os consoles, o Windows continua sendo a melhor plataforma para os jogos.
13 – O Mac é incompatível com Blu-ray
DEPENDE
A Apple ainda não inclui leitores de Blu-ray no Mac. Isso parece ser pura teimosia de Steve Jobs, já que não há justificativa técnica para a omissão. Mas existem drives externos de Blu-ray que funcionam no Mac.

14 – O Windows 7 de 64 bits é mais rápido que o de 32 bits
VERDADE
Nos testes do INFOlab, o Windows 7 x64 mostrou-se, em média, 15% mais veloz que a versão de 32 bits num micro com 4 GB de memória. A diferença de velocidade é desprezível no caso de tarefas simples, como navegação na web ou digitação de textos. Mas é muito nítida quando se roda algum aplicativo pesado, como o Photoshop ou uma macro complexa no Excel

15 – O Office para Mac é igual à versão para Windows
MITO
De cara, a primeira diferença é que o Office para Mac não está disponível em português. Além disso, uma limitação importante é que a versão 2008 para Mac OS não roda macros em VBA. Esse recurso, que já existiu no Office 2004, deve voltar a estar presente na versão 2011 do programa, segundo a Microsoft.

16 – O Brasil não é prioritário para a Apple
VERDADE
Muitos produtos com o logotipo da maçã demoram para chegar ao Brasil. A prioridade é sempre atender Estados Unidos, Europa e Japão. Além disso, a empresa não vende o Mac com teclado brasileiro. Outros fabricantes oferecem teclas com acentos e cedilha mesmo em modelos importados. A própria Apple tem teclados específicos para outros países — mas não para o Brasil. E alguém arrisca um palpite de quando teremos uma Apple Store de verdade por aqui?

Fonte: Geek List

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Copo mágico

Embora o copo Cipher tenha uma aparência complexa, o funcionamento do copo é muito simples: pixels em cores diversas estão espalhados por toda a superfície do copo em um padrão aparentemente aleatório. Sua posição, entretanto, não é acidental. O verdadeiro propósito do mosaico é revelado quando o líquido é despejado, podendo ser suco de laranja (orange), leite (milk) ou coca-cola. O padrão de pixels e espaços vazios, combinado com a cor do líquido dentro do copo, formam uma palavra que revela exatamente a bebida que você tem. Cada lado do vidro está reservado para uma bebida específica.
Damjan Stankovic diz que por enquanto, esta é apenas uma experiência, apenas um conceito. A próxima fase será projetar um copo específico para uma determinada marca, com formas diferentes ao invés de pixels.